Fragmentos...
Ela estava caminhando sob a chuva até a árvore pela qual pretendia entrar em casa, quando viu de relance um vulto próximo à uns arbustos. Ela se virou mas nada viu. Ela se sentiu fraca, muito fraca. Lily novamente estava naquela viela cercada de casas. Assim que a mãe de Lily e a pequena Lily saíram de perto da velha senhora, esta chamou por Lily. No momento em que ela deu um passo, tudo a sua volta sumiu e ela se viu num lugar escuro, mas não o suficiente para esconder as sombras que invadiam o lugar. A velha se aproximou e colocou em Lily o colar do sonho. Uma escuridão mais profunda invadiu tudo ao redor dela. A garota sentiu um peso sobre o seu pescoço, o colar estava puxando ela para baixo. No instante que o corpo dela tocou o chão, a voz que várias vezes perturbou os seus sonhos disse:- O colar... Samantha... não se separe do colar... não se separe do colar...
Eu tenho tanta coisa para relatar neste blog desde o último post, entretanto não falarei muita coisa... estou sem tempo para transcrever todos os acontecimentos...
Alguns dos meus novos professores são engraçados, outros muito inteligente, outros simplesmente gente boa ^^
Um deles, de uma das frentes de história insiste em dizer rentoso ao invés de rentável - tive que me segurar na primeira aula para não rir da forma como ele se atrapalha com as palavras - outro explica, explica, explica e depois diz "Fácil né pessoal? claro!". Primeiro ele faz uma pergunta tendenciosa e ele mesmo responde oO
A chuva caía forte. Ela precisava se apressar. Desceu do onibus, carregando nas costas sua velha mochila preta e seu skate, e se abrigou sobre o toldo de um velho hospital, hoje desativado por falta de recursos. Ela correu o mais rápido que pôde, mas a chuva vinha por todos os lados.
Depois de algum tempo, ela chegou ao portão de uma casa escondida por um jardim imenso e mal cuidado.
Ela fez o possivel para entrar sem chamar atenção mas seus esforços foram inúteis. A velha estava esperando-a, como sempre, sentada em sua cadeira de balanço rodeada de gatos.
- Por que chegou tão tarde querida?
- Desculpa... - a garota nem sabia o que dizer. Ela sabia que era a unica razão para aquela senhora ainda estar viva, mas precisava trabalhar para que elas tivessem o que comer.
- Kátia, por favor me ajude a me levantar e ir pra cama.
Mal tenho tido tempo para escrever, mas levar comigo um pequeno caderno e um lápis tornou-se um hábito então alguns fragmentos de algo ainda desconhecido têm sido escritos neste caderninho.
Outra conseqüência da falta de tempo é não poder ler a fanfic que uma amiga de um fórum me pediu para que eu revisasse e não poder mais ler com tanta freqüência - para não dizer que parei totalmente - meus livros, o blog dos amigos, um certo Marco Zero tb...
Hoje de tão cansada eu durmi ao som alto de um rock qualquer que tocava numa rádio qualquer... (quem me conhece sabe que eu não durmo com barulho algum, principalmente rádio e tv...) Acabei não indo no ensaio do Taiga... estou falhando comigo mesma de novo.
Ainda tenho algumas séries e matérias para revisar além de trabalhos para fazer, por isso vou terminando por aqui...
Eu posso ouvi-la
sua voz sussura meu nome,
me chama com cruéis palavras
envoltas em doce melodia.
Eu tenho tanta coisa para relatar neste blog desde o último post, entretanto não falarei muita coisa... estou sem tempo para transcrever todos os acontecimentos...
Alguns dos meus novos professores são engraçados, outros muito inteligente, outros simplesmente gente boa ^^
Um deles, de uma das frentes de história insiste em dizer rentoso ao invés de rentável - tive que me segurar na primeira aula para não rir da forma como ele se atrapalha com as palavras - outro explica, explica, explica e depois diz "Fácil né pessoal? claro!". Primeiro ele faz uma pergunta tendenciosa e ele mesmo responde oO
A chuva caía forte. Ela precisava se apressar. Desceu do onibus, carregando nas costas sua velha mochila preta e seu skate, e se abrigou sobre o toldo de um velho hospital, hoje desativado por falta de recursos. Ela correu o mais rápido que pôde, mas a chuva vinha por todos os lados.
Depois de algum tempo, ela chegou ao portão de uma casa escondida por um jardim imenso e mal cuidado.
Ela fez o possivel para entrar sem chamar atenção mas seus esforços foram inúteis. A velha estava esperando-a, como sempre, sentada em sua cadeira de balanço rodeada de gatos.
- Por que chegou tão tarde querida?
- Desculpa... - a garota nem sabia o que dizer. Ela sabia que era a unica razão para aquela senhora ainda estar viva, mas precisava trabalhar para que elas tivessem o que comer.
- Kátia, por favor me ajude a me levantar e ir pra cama.
Mal tenho tido tempo para escrever, mas levar comigo um pequeno caderno e um lápis tornou-se um hábito então alguns fragmentos de algo ainda desconhecido têm sido escritos neste caderninho.
Outra conseqüência da falta de tempo é não poder ler a fanfic que uma amiga de um fórum me pediu para que eu revisasse e não poder mais ler com tanta freqüência - para não dizer que parei totalmente - meus livros, o blog dos amigos, um certo Marco Zero tb...
Hoje de tão cansada eu durmi ao som alto de um rock qualquer que tocava numa rádio qualquer... (quem me conhece sabe que eu não durmo com barulho algum, principalmente rádio e tv...) Acabei não indo no ensaio do Taiga... estou falhando comigo mesma de novo.
Ainda tenho algumas séries e matérias para revisar além de trabalhos para fazer, por isso vou terminando por aqui...
Eu posso ouvi-la
sua voz sussura meu nome,
me chama com cruéis palavras
envoltas em doce melodia.
