Quinta-feira, Dezembro 27, 2007

Semelhanças...

Eu escrevi um post faz uns dias, mas não vou postá-lo hoje..

Estou um pouco mais animada do que ultimamente e resolvi postar umas imagenszinhas fofas de um mangá chamado NANA da linda e maravilhosa Ai Yazawa.

Apesar de me indentificar com a Oosaki Nana - a punk/roqueira - a Nana da foto é a Hachi, a mimada e paty!!
Mas as situações abaixo me são familiares rs por vários motivos xD


Eu sei que está péssima pra ler ¬¬' o relevante é que ela pensa:
Uhh Eu estou tão feliz! S2 Se bem que o braço dele é pesado..





Também não dá pra ler, mas esse é bendito do
link.


É isso xD~

Quinta-feira, Dezembro 20, 2007

E algum tempo depois...

Muitas foram as notícias que transcorreram desde meu último post. [ como sempre acontece xP]
O pós-fuvest é estranhamento animador e desafiador. A reta final se aproxima... Unesp também se passou e quanto a ela, não há nd o que fazer, somente esperar... bem, c'est la vie..


Deitado em uma cômoda, abrigando-se do sol, o Gato Preto ronronava. Desanimado, não saiu dali por horas; seus olhos encaravam o horizonte, esperando que este trouxesse seu amigo Lobinho.

O selvagem e agitado ser, disse em uma noite aluarada que iria embora. Tinha planos de viver melhor em um outro bosque, onde viviam muitos de seus amigos.

Iria deixar o Gato, mas prometeu voltar. “Acho que ele não volta”, pensou o felino.

Dias se passaram, e a partida do Lobo se aproximava. O Gato queria usufruir do tempo que lhe restavam, mas ao mesmo tempo lutava para não aceitar o que o destino lhe reservara.

Protestou, brigou e até chorou – mas o Lobo estava decidido.



Amanda acordou com uma brisa mexendo seus cabelos. “Quem foi o idiota que deixou a janela aberta?” pensou ela.

Ela tentou se erguer da cama para fechar a janela quando escutou uma voz:

- Eu a abri, pois seu amiguinho parecia com pressa.


Ela se virou e viu Edward encostado em uma parede apontado para uma coisa marrom ao pé da cama. A coisa mostrou-se ser um gavião que carregava junto a uma de suas garras uma pequena bolsa, na qual via-se um pedaço de papel.

- Então é você que me acorda tão cedo, Richard. Posso saber o motivo? – ela disse para o Gavião, que em resposta estendeu a pata.

Amanda então restirou o papel e logo, o gavião estava novamente no céu.

”O inevitátel em breve acontecerá. Os portões se abriram; você deve voltar. Não há ninguém para liderar os homens que restaram. Milady deve assumir seu trono e levar a espada. Assim, o povo também se levantará.“


CONTINUA...

Terça-feira, Dezembro 04, 2007

21 de novembro de 1287, em algum lugar do oeste europeu...

Demira aproximou-se dela. Encolhida em um canto, Aya estava aos prantos.
- Eu havia prometido a mim mesma... nunca mais derramar lágrimas por eles. Eu criei uma armadilha e caí nela...
- Não há como fugir disso, Aya. Relacionar-se com pessoas causa sofrimento e decepção mas também gera muita alegria. É um risco a correr...
Você deve ser forte, Aya. Resista à dor e lute. Eu abdiquei à minha vida covardemente. Usei morte para fugir e olhe onde cheguei; aqui estou eu, atormentada e infeliz.
- Estou cansada; cansada de lutar sabendo que não vou vencer, amiga. Porque não desistir simplesmente?! O que me impede?

Por algum tempo, o silêncio imperou e as palavras das duas ecoaram ao longe.
- Eu o odeio. I hate him... - A voz de Aya agora era tão cortante quanto as adagas que carregava junto ao seu corpo.
A noite caia, a jovem olhou para o céu através da janela; pegou um pedaço de pergaminho e uma pena, e saiu. Demira resolveu não segui-la, Aya precisava ficar sozinha.

A pena deslisou suavemente, riscos formaram umas sucessão de letras:

Por que eu sempre me calo? Por que não digo o que eu sei? Por que continuo a fingir que não sei de nada... por que cometer os erros de tantas outras, se sei que fingir-se de cega não mudará a situação?
Os ensinamentos que recebi de nada servem. Conselhos não são necessários; eu sei o que devo fazer, mas não consigo. Quebrar a corrente que me prende não é tão fácil quanto parece ser...


Eu deveria lhe dizer: "Eu sei o que você faz e fez. Mentir não adianta. Eu vi; mais de uma vez. E isso faz meu coração doer; lágrimas frias rolam pelo meu rosto todos os dias." Mas não tenho coragem...

Aya pegou uma de suas adagas. Girava-a em suas mãos enquanto pensava se valia a pena continuar sofrendo...

O seu sangue manchou o papel branco.


TO BE CONTINUED...