Quinta-feira, Março 15, 2012

Les premiers mots

- Nunca vi um gato vermelho como você! - exclamou o gatinho preto.
- Solte-me - ele tentava inutilmente soltar-se mas as garras do gato preto estavam fincadas nele.
Não sou um gato, sou uma raposa - completou ele.
- Mas não tem raposas por aqui... e o que você estava fazendo me espionando?
- Ora... eu... - ele ficou envergonhado em dizer que não tinha amigos e que ficou curioso sobre o gato preto que ele via brincar sozinho na relva.

Ela adentrou calmamente a casa. Móveis destruídos, quadros rasgados e papeis jogados pelo chão. O lugar havia sido revistado mas não encontraram o diário. Ela tinha pouco tempo antes do sol nascer, procurou nos lugares mais estranhos mas nada encontrou. Era a única pista que ela encontrara em meses mas o esforço fora em vão. Ela parou diante da porta de vidro que abria para o jardim e notou os primeiros raios de sol que afloravam no céu. Era tarde demais.

Amanda descobriu recentemente que determinação pode mudar tudo. O que ela fará agora que passou mais um ano e Demira continua desaparecida?

Elara has been searching that journal for too many years.. What if it does not exist? What if it's just a lie?

Quinta-feira, Março 18, 2010

Le nouvel ami le chat noir.

O gato preto aninhou-se na relva verde. O sol timidamente escondia-se em nuvens brancas e fofas.
Faziam alguns dias que o gatinho viu pela última vez aqueles olhos brilhantes espiando-o atrás dos arbustos.
O gato decidiu que na próxima vez seguiria aquele animal e descobriria o que ele era. E desde então passaram-se três sóis.
Aquela tarde estava quente e o gato preto deitou na sombra de uma árvore. Ele fechou os olhos e parou para sentir os cheiros e sons da floresta do rio. O gato não sentia mais tanta saudade do Bosque. Aquele era seu novo lar.
Entre os cheiros da floresta, o gato preto sentiu um cheiro doce e envolvente.
Ele abriu os olhos rapidamente e se levantou para segui-lo. Quando se virou na direção do cheiro, o gato escutou um farfalhar de folhas.
O gato correu atrás do barulho e viu um rabo de pêlos vermelhos sumindo entre o verde da floresta.
Mesmo em desvantagem o gato correu... correu... correu...
Ele estava chegando perto... mais perto... mais perto... e capuft, o gato preto pulou e agarrou algo fofo.
Os dois animais rolaram pela grama. Só quando pararam que o gato abriu os olhos e viu que estava segurando um gato pouco maior que ele de pêlos vermelhos como fogo.

Sábado, Novembro 28, 2009

Il fait chaud!

Era verão, os animais da floresta do rio estavam animados com a chegada dessa estação, mas o gato não.
O calor não lhe era bem-vindo, desanimado o gato preto adormeceu sobre a relva fresca abrigado do sol quente por um frondoso carvalho.

Quando o gato acordou, o sol estava indo embora. A noite igualmente quente se aproximava.
O gato agora estava triste. Quando aquela sensação ruim iria embora afinal?
Não havia nada que o gato pudesse fazer. O verão mal havia começado e lhe aguadavam ainda alguns meses de calor intenso na floresta.


"Amour, amour quand tu nous tiens,
On peut bien dire: Adieu, prudence!"(Jean de La Fontaine)

Segunda-feira, Outubro 19, 2009

[escrito em algum momento do passado]

O gato preto, solitário e pensativo, olhava a lua banhar de luz as árvores da floresta do rio. A noite era longa, mas o gato sabia que ao amanhecer o doce canto dos pássaros o acordaria mais uma vez.
(...)
De dentro da sua cabeça não saía uma imagem do amigo misterioso de olhos perdidos que lhe deixou amoras e cerejas. O gato não sabia que animal seria seu novo amigo. Ele só conseguira vislumbrar dois olhos observando-o misteriosamente de trás de arbustos...

Les choix que vous faites dans le passé, ont apporté vous où vous êtes aujourd'hui. Mais à mesure que vous effectuez sur ce vous mènera à un avenir que vous ne soupçonniez pas.
Pas a Pas se va luènh.

Sábado, Setembro 26, 2009

Can you hear my heart beat in this world?

Um alguém
Existe alguém em algum lugar esperando por mim.
Esperando, como eu, que nos encontremos.

(retirado de um caderno esquecido em uma gaveta...)



A chuva alagava a grama sempre verde da floresta do rio. Cheio de saudades, o Gato Preto decidiu fazer uma visita à Professora de Química e seus amigos que moravam no Bosque.
O cheiro de frutas frescas.. o vento que uivava em suas orelhas e arrepiava seu pêlo.. Quantos momentos o Gato vivenciou ali, quanta saudade!
Naquela tarde, o gato pulou a janela aberta e deitou numa cama quentinha, esperando por sua companheira de aventuras. E o gato adormeceu..


Everywhere I go smells like you...
Why I still hear your voice calling me?
What can I do if I'm lost?
Can somebody wake me up from this nightmare?!

Aya, d'Kandarah.

Quarta-feira, Setembro 16, 2009

The right kind or wrong.


no more comments.

Sexta-feira, Setembro 04, 2009

O gato preto cansou de brincar.

A raposa, já não tão sorridente voltou a correr pelo bosque. Contou histórias dos campos que visitou e dos animais que conheceu. O cachorro de olhos doces, não sai dos pensamentos do gato. O gato preto triste e cheio de saudade não soube o que fazer.

A floresta do rio agora era barulhenta e, cada segundo que passava tornava-se insuportável. O gato preto cansou de brincar, o gato preto queria voltar para o bosque - onde a professora de química o aguardava.

Não pretendo atualizar isso aqui tão cedo.


Quarta-feira, Setembro 02, 2009

I'm a mess.
Queria escrever algo hoje.
Mas não sabia exatamente o que escrever. Então encontrei algo perdido..

[um rascunho antigo... reencontrado hoje.]

A vida é percorrer uma estrada. Ás vezes o chão é liso e firme - como quando somos crianças e vivemos em função da escola - às vezes ele é pedregoso e dói andar sobre ele - como quando estamos no colegial e outras preocupações além dos estudos nos cercam.

Hoje, me sinto como se estivesse em um chão que não é suficientemente firme para aguenta o meu peso. Se eu parar ou andar lentamente, o chão torna-se areia movediça e vai me sugando aos poucos. Tento então correr e no início dá certo - eu não afundo mais! Entretanto pouco tempo depois meu corpo se cansa e eu tenho que parar para descansar... e novamente começo a afundar. É um ciclo que parece não ter fim.

Até que surge uma corda vinda do céu e me levanta. Outras vezes surge uma ponte que me eleva e me afasta daquele solo. Mas nada disso é realmente a solução.


Segunda-feira, Julho 06, 2009

Let me bite you again.
Do you remember how it was? Can you remember how did it taste?


Estava bem frio e o gato preto tomava leite quente enquanto observava a sua nova casa. O canto dos amigos pássaros lhe pareceu familiar e o fez lembrar se de sua antiga casa. Ali era tão diferente, quanta saudade do Bosque! Quanta saudade dos amigos queridos que o gato não encontra mais...


Today, I feel guilty. It’s really wrong thing about past? Why those musics remember those things?!
I’m crying.
Did I have done the best I could? I apologize.
A. d’Kandarah.

Sexta-feira, Junho 19, 2009

O gato está de volta.

Era uma tarde quentinha quando o gato acordou e viu o sol no horizonte exatamente como um ano e meio atrás.
Foi numa tarde igual a essa que o gato se despediu do lobo selvagem.. muita coisa aconteceu deste então.
O gato fez novos amigos. O porquinho rosa e ele tornaram-se inseparáveis. Tempos depois o gato preto conheceu um cachorro peludo e grande. Esse barulhente novo amigo tornou-se o melhor amigo do gato.
Eles passaram o último ano todo brincando o dia todo juntos.. acordavam juntos, brincavam juntos, comiam juntos e até dormiam juntos as vezes.
Nos ultimos meses porém, a dona do gato tirou a sua coleira e lhe disse que podia ir embora entã o gatinho se mudou do bosque e foi morar perto do rio.
O cachorro não pôde vir junto, mas promoteu em breve ir morar perto do gato preto.
Todas as noites, o gatinho escuta o latido do cachorro peludo bem ao longe e mia mia mia tentando fazer com que seu miado acalme o coração e a saudade do amigo.
Quanta mudança...